terça-feira, 1 de julho de 2008

Decifrar a pedra



Nem sempre me é fácil decifrar
Toda a fruta que, em teus lábios,
Sabe tão-só a beijos e carícias
Quão amiúde a poemas por dizer…

Nem sempre posso, do teu olhar,
Mirar o voo que nele se deseja
- Entre magenta, azul e violeta -,
E dele acalentam as cores furtivas …

Pôr as mãos sem tocar ao rente
Que são pêlos de ti e do infinito
E sem roçar, seja de leve, a lua…

Sorver os sais, o suco das flores,
Os vinhos de nada, os halos de pão
E é pedra o que, de segredo, madruga…

1 comentário:

Evandro dos Santos disse...

N gosta di bus postagens, m´sta interesado na fazi parceria ku bu blog, só ki N ka sabi bu e-mail.
dimeu é kontunobu@hotmail.com
Fika dreto, tudo de bom